Conto da guerra

Os anciãos estavam reunidos em conselho para decidir com que cores seriam pintados os escudos de guerra. Pediram ajuda a Angorô, que dançou entre o sol e a chuva e entregou a eles o arco-íris. Ao invés de solução, o presente trouxe um problema ainda maior. Agora precisavam escolher as cores dos escudos de cada grupo. Essas cores é que determinariam a posição e a importância deles na frente de batalha. Já prevendo a disputa entre os guerreiros, o conselho procurou Xangô, o deus da justiça, que encerrou a discussão misturando as cores. Formou uma massa cor de terra e pintou todos os escudos iguais. Ao fazer isto, Xangô escondeu dos inimigos os valores dos guerreiros e ensinou a eles que na festa ou na luta, uma, três ou sete cores devem somar uma só.

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O povo do Congo conta assim a história da chegada dos portugueses: Em mil quatrocentos e oitenta e três, os portugueses chegaram ao reino do Congo